01 / 12 / 2016

Quais destes 6 tipos de puxa-sacos habitam o seu trabalho?

De queridinho a Papai Noel, confira quais são os comportamentos bajuladores mais frequentes nas empresas
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Os puxa-sacos são figuras caricatas e cômicas no cinema, e também marcam presença em séries sobre o ambiente profissional, como a The Office. Mas é aí que a fama desses profissionais acaba.

No mundo real, inadequação é a palavra-chave para definir o seu comportamento. São considerados chatos e não confiáveis pelos demais.

Você trabalha com alguém assim no seu emprego? Talvez você reconheça a personalidade desse profissional em algum desses tipos mais comuns de puxa-sacos. Confira:

queridinho

O queridinho

Seu lema é agradar e chamar a atenção por isso. É o tipo mais perigoso e nocivo de puxa-saco. Apontar o dedo para a falha dos outros é sua marca e costuma fazer isso na frente do chefe.

No fundo, seu objetivo é provar que tem senso de dono do negócio, que é responsável e que tem habilidade de liderança. Quando ardiloso e bem articulado, não é pego, e pode até alavancar a carreira, ainda que de forma irregular.

 

papagaio

O papagaio

Já se pegou repetindo as mesmas frases do chefe? O puxa saco papagaio faz isso. De chavões a comentários genéricos, propaga tudo que o gestor diz.

É um imitador por excelência, emula comportamentos e frequenta os mesmos lugares. Também adora compartilhar as citações de palestrantes famosos.

 

sabe-tudo

O sabe-tudo

De assuntos menores à tomada de decisão, eles sempre têm a verdade em sua boca. No entanto, seu conhecimento não é profundo e sua atitude é arrogante. São comuns entre profissionais da geração Y.

 

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O cérebro blindado

Esse sim é um expert. O problema é que não compartilha conhecimento com a equipe com medo de que outros tenham mais oportunidades do que ele. Por isso reserva sua sabedoria e experiência para impressionar os chefes.

 

atarefado

O hiperatarefado

À primeira vista, é o que mais trabalha da equipe. Está sempre falando sobre seus mil projetos, relatórios e apresentações. Em resumo: hipervaloriza seu expediente.

Olhando de perto, está ocupado só na hora de ajudar os outros. Para o chefe se mostra disposto e motivado para começar novos trabalhos.

 

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O Papai Noel

Dá as caras no fim do ano. Travestido de generoso e preocupado, compra lembrancinhas e lanchinhos para ganhar o coração do seu gestor.

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Fonte: Exame

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