Como se sair bem nas perguntas de emprego mais temidas

Segundo o site Empregos.com.br, os momentos de nervosismo são aqueles em que os candidatos mais costumam se perder
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A entrevista de emprego por si só já é um evento que gera ansiedade – mais em alguns candidatos que outros. O fato é que, diante das perguntas mais difíceis, todos correm o risco de se enrolar e perder a chance de mostrar seu potencial ao entrevistador.

Saiba quais são as perguntas mais temidas pelos candidatos e, se encontrar a questão que menos se sente preparado para responder, aproveite para treiná-la:

– Qual é a sua pretensão salarial?

Embora pareçam questões pessoais, o recrutador pode pedir os valores dos últimos salários que já recebeu. Ele também pode perguntar qual é a sua pretensão salarial.

Ela deve ser compatível com a sua área, as suas qualificações e o seu nível de responsabilidade. Quanto mais competências, mais pode pedir dentro da média do mercado.

– Quais são as suas referências profissionais?

Você sabia que cerca de 85% dos recrutadores checam pelo menos uma das referências do candidato durante o processo seletivo?

Não oferecer referências aceitáveis ou que não são facilmente encontradas podem desclassificar um candidato.

 

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Uma boa referência oferece comentários de valor e vêm de profissionais capazes de analisar seus pontos fortes, habilidades e conhecimentos. Considere indicar gestores de empregos anteriores ou professores e colegas de trabalho.

– Quais são os seus pontos fracos?

Talvez esta seja a pergunta mais difícil de responder na entrevista de emprego. Isso porque discutir as próprias fraquezas não é uma tarefa fácil. Com isso, muitos acabam formulando discursos padrões que soam falsas para o recrutador.

Dizer que é perfeccionista ou workaholic não é uma boa opção, já que essas são características nem sempre associadas à fraquezas. Ao responder desta forma, o candidato por dar a impressão de que está mentindo ou sendo prepotente.

Dizer que não tem fraquezas também não é uma boa ideia. Todos têm pontos que podem ser aprimorados, inclusive no campo profissional, e os recrutadores sabem disso.

O ideal é avaliar o que falta aprimorar em sua carreira e pontuar o que está fazendo para chegar lá.

Um profissional que não possui nível de inglês avançado, mas sabe que isso será requisitado em sua função no futuro, deve apontar esse “problema” ao recrutador, e acrescentar o que está fazendo para resolver como, por exemplo, se matricular em algum curso de especialização.

O segredo é focar em características que não compõem nenhuma das três principais qualidades necessárias para a vaga que está concorrendo.

– Qual foi o motivo da sua última demissão?

A demissão faz parte da carreira de qualquer profissional. O importante é deixar claro para o recrutador que você aprendeu com as experiências passadas, e demonstrar o seu potencial para se dar bem na vaga ofertada apesar da demissão.

Se você foi demitido sem justa causa, por cortes de pessoal, por exemplo, fica mais fácil explicar ao empregador o motivo da sua demissão.

Mas se foi demitido por justa causa, o ideal é ser sincero com o recrutador e mostrar que identificou o problema e está pronto para fazer diferente do que fez no último emprego. Seja sucinto e objetivo.


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