Carreiras | Empregos

por Daniele Aronque
Já ouviu falar em avaliação de competências e desempenho? Mesmo sem querer, a palavra avaliação lembra aqueles tempos de escola, quando você tinha que alcançar uma certa média para passar de ano, não é? Pois esqueça disso!
Ao contrário do que muitos pensam, essa avaliações feitas pelas empresas não têm a intenção de saber se o funcionário está cumprindo bem suas funções ou não. Muito mais do que isso, ela pretende encontrar pontos que precisam ser desenvolvidos em cada indivíduo.
“A avaliação não é uma ação isolada. Depois de acompanhar os funcionários e analisar as características que eles precisam aprimorar existem algumas etapas, como uma conversa para explicar a avaliação e planos de treinamento para aperfeiçoar os pontos necessários”, diz Adelaide Du Pleiss, presidente da DPS Consult, empresa especialista em Executive Search.
Essas avaliações englobam dois tipos principais: as de desempenho e as de competências. Veja as principais características de cada uma delas:
Competências: a empresa estabelece as competências, os pontos que devem ser estudados durante a avaliação (trabalho em equipe, metas atingidas). Esse é um tipo de avaliação que pode ser aplicado durante uma entrevista para saber como o candidato se comporta em certas situações. É usado para que a empresa tenha certeza de que está contratando um profissional adequado para seu perfil e necessidades
Desempenho: avalia aspectos pessoais, profissionais e também o comportamento diante das situações. É uma avaliação qualitativa e quantitativa, que analisa os resultados e também os meios que foram utilizados para atingi-los. Na maioria das vezes, a avaliação por desempenho engloba também a avaliação por competências, de modo que a empresa posso analisar de todas as maneiras os aspectos que mais interessam para ela e que precisam ser desenvolvidos no profissional
Segundo Adelaide, essas avaliações podem ser feitas em profissionais de todos os níveis, embora sejam mais comuns para cargos de gerência e outros acima.
“Os profissionais sempre são informados de que estão sendo analisados e sabem que isso fará um grande bem para sua vida profissional. Mas não dá para pensar em tentar fingir comportamentos, pois essas análises duram em média um ano”, explica ela.

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