27 / 10 / 2015

Intercâmbio como diferencial competitivo

O intercâmbio constrói profissionais mais preparados para adversidades, segundo especialistas
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http://www.empregos.com.br

Não é só questão de falar fluentemente os idiomas inglês e espanhol. Hoje, a vivência internacional é encarada como um diferencial competitivo pelas empresas brasileiras. E os profissionais sabem disso.

A busca por intercâmbio é tendência. Empresas de pequeno, médio e grande portes procuram profissionais com experiência internacional, porque sabem que os benefícios dessa vivência podem ser sentidos no dia a dia do mundo corporativo e isso vale tanto para profissionais com cargos de liderança como para os cargos intermediários.

Com a vivência, o profissional tende a ser mais flexível e a adaptar-se com mais facilidade a diversas situações.
O amadurecimento adquirido “lá fora” pelo profissional, bem como o know-how trazido para o Brasil, é encarado como diferencial competitivo pelas empresas. Muitas delas, inclusive, investem no profissional, arcando parcial ou integralmente com a viagem de intercâmbio.

Entre dois currículos similares, sem sombra de dúvidas, está a frente o que possui vivência internacional.
Nas áreas de Marketing, Administração e Relações Internacionais os conceitos são os mesmos em todos os países. Sendo assim, um estagiário ou profissional da área que tenha vivência no Canadá, por exemplo, pode aplicar a bagagem adquirida lá no Brasil. Outras áreas, como o Direito, têm suas diferenciações em cada país. Nesse caso o que vai contar é a experiência internacional como um todo, no sentido de aprimoramento do idioma e conhecimento de outras culturas.

Segundo profissionais da área de intercâmbio os destinos mais procurados são os de domínio da língua inglesa: Canadá, Estados Unidos, Inglaterra e Irlanda e, em segundo plano, nações que falam espanhol, como Espanha, Argentina e Chile.

O tempo de viagem varia conforme o objetivo do profissional, de uma semana a dois anos. Há desde os executivos que viajam para reciclar o idioma e fazem um curso intensivo, aos profissionais que tiram licença do trabalho para buscar outra colocação no mercado brasileiro e os que vão atrás de uma extensão universitária ou curso de idiomas.

Lá, aprendem o idioma, tem a possibilidade de ampliar as redes de relacionamento por meio de contatos com outros profissionais, estudam mais e adquirem diferentes visões sobre o mercado e a profissão e, de quebra, desfrutam das maravilhas que uma viagem pode proporcionar.

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