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Empresas planejam aumentar equipes, revela pesquisa

Entretanto, organizações esbarram na falta de talentos e no déficit de líderes na condução de pessoas e projetos.

Por Rômulo Martins

Empresas planejam aumentar equipesOs números positivos da economia brasileira provocam mudanças significativas no cotidiano das organizações. Um estudo elaborado pela Regus, empresa especializada em soluções de espaços corporativos, aponta que 57% das companhias planejam aumentar suas equipes este ano. A expectativa de crescimento é superior à média global (45%).

“O propósito de ampliar equipes demonstra a importância do capital humano num período de crescimento e recuperação”, diz Janaína Nascimento, diretora geral da Regus no Brasil. Ao expandir os negócios, as empresas, no entanto, esbarram no seu maior gargalo: os talentos. 

Pesquisa realizada pela Ticket, em parceria com a Empreenda,  consultoria especializada em estratégia, marketing e recursos humanos, aponta que 73% dos gestores de RH consideram este ano difícil para reter talentos. Isso se deve ao aquecimento do mercado, o que vai tornar ainda mais acirrada a disputa pelos melhores profissionais, aponta o estudo.

Conforme Edna Rodrigues Bedani, gerente de desenvolvimento de RH da Ticket, o conflito de gerações no ambiente corporativo dificulta ainda mais a retenção de talentos. Para ela, os recursos humanos precisam conhecer melhor as características da nova geração de colaboradores - a chamada geração Y - para aprender a lidar com ela.

“A nova geração tem uma característica diferente, a de inovar segundo seu referencial interno”, afirma Edna. “Com certeza os jovens irão buscar desafios continuamente com foco no aprendizado, carreira rápida e bem estar pessoal”, completa.

Para Janaina Nascimento, da Regus, as companhias devem apostar na remuneração com base no desempenho. Levantamento da Regus identificou que 37% das empresas brasileiras já introduzem (ou pretendem introduzir) um sistema de remuneração compatível com os resultados do colaborador. “Outra alternativa é a concessão de benefícios, como a possibilidade de trabalhar mais perto de casa ou a flexibilização de horário”, diz Janaina.

Onde estão os líderes?
As organizações brasileiras que desejam ampliar seus negócios precisam superar outro déficit: a falta de líderes na condução de pessoas e projetos. Segundo pesquisa realizada pela Ticket, 66% dos gestores de recursos humanos afirmam que suas empresas não possuem lideres suficientes para sustentar a estratégia de crescimento dos próximos cinco anos.

Na visão de Edna Rodrigues Bedani, da Ticket, primeiramente as empresas precisam definir o que esperam das lideranças. Feito isso, o RH deve mapear o perfil profissional dos líderes. “Dessa forma conseguirá criar um programa de desenvolvimento de liderança com foco na transformação individual e no trabalho em equipe.”

De acordo com Edna, um programa de desenvolvimento de liderança deve promover o autoconhecimento e o autodesenvolvimento. Aos líderes cabe gerir as adversidades do ambiente corporativo e usar o que as pessoas têm de melhor para atingir os resultados almejados pelas organizações.

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