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No mercado de trabalho atual, remuneração e benefícios não são suficientes para manter o funcionário satisfeito e motivado profissionalmente. A empresa deve investir no empregado dentro e fora da companhia, visando beneficiar suas aptidões, comportamentos e convívio social. Para isso, uma organização deve investir na motivação de seus empregados, traçando campanhas, viagens e ações que possibilitem integrar produtividade e satisfação.
De acordo com o economista, consultor e pesquisador do comportamento humano Carlos Hilsdorf, “motivar os funcionários é de vital importância para o sucesso nos negócios. As melhores empresas do mundo têm como uma de suas maiores virtudes a consciência e a competência de motivar funcionários. As pessoas, mesmo as mais geniais e talentosas, precisam de razões (motivos) para agir.”
Um dos fatores que possibilitam a motivação do funcionário é o reconhecimento de suas funções. O líder de uma equipe, que elogia as ações de seus subordinados e o premia com uma viagem, produto, dinheiro, jantar ou até uma promoção, serve de exemplo para que outros empregados se esforcem para obter os mesmos elogios e, é claro, a premiação.
Investir no profissional por meio de cursos e viagens a trabalho também é uma forma de mostrar a esse funcionário que a empresa possui um plano de carreira para que ele cresça dentro da companhia. Dessa forma, a empresa ganha com um profissional mais capacitado e o subordinado ganha com o conhecimento obtido para buscar novas funções e projetos dentro da empresa.
Partindo para uma forma mais lúdica de se motivar, as empresas estão aderindo a disputas entre funcionários, a quizes e a encontros que auxiliam a integração de vários departamentos, como as festas de fim de ano, cafés corporativos, comemorações para os aniversariantes entre outros.
Carlos explica que as pessoas são motivadas por fatores internos e intangíveis (como a busca por auto-realização, o desejo de servir a uma causa, crenças, valores, desejo de aprovação etc.) e fatores externos e tangíveis (como premiações, bonificações, gratificações, salários mais convidativos, viagens e benefícios materiais). Para isso, é preciso oferecer às pessoas algo valioso pelo qual devem esforçar-se (uma causa nobre que inclua a construção de uma excelente reputação pessoal e profissional, por exemplo) e, gratificá-las também materialmente (pagando bem e oferecendo um kit de benefícios) para que possam se dedicar a algo que valorizem. Não adianta fazer uma coisa separada da outra.
Engana-se quem acha que esse tipo de ação é algo caro. Em muitas das atividades e premiações, a empresa não precisa desembolsar quantias absurdas. Premiar empregados com títulos como, por exemplo, o de melhor funcionário ou o de melhor vendedor pode ser um determinante agente de incentivo e motivação.
De acordo com pesquisas, o funcionário motivado rende mais e trabalha melhor. Assim como explica Hilsdorf, “o lucro de qualquer empresa está diretamente relacionado com a sua capacidade de motivar dois grupos de pessoas: seus funcionários e seus clientes.”
Seguem abaixo algumas dicas de Carlos Hilsdorf para que a empresa motive seus funcionários de maneira simples, que aumente a rentabilidade da organização e a auto-estima do profissional. De acordo com ele, a motivação se exerce com atos simples como:
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