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Oportunidades 2002
por Gustavo G. Boog*

No final de cada ano temos a possibilidade de avaliar tudo o que se passou e redefinir nossa visão, objetivos e estratégias para o ano que se inicia. Isto vale para empresas, equipes e pessoas.

Após todos os "terremotos" de 2001, creio que 2002 será o ano do resgate efetivo da dimensão humana nas empresas, transformando muitos que ainda estão no discurso teórico em praticantes.

As forças da competição estão em um combate sério com as forças da cooperação. Cada vez mais há a necessidade de uma síntese, onde o impulso competitivo saudável se volte ao mercado, e a postura cooperativa de resultados se volte para dentro das portas da empresa.

A Boog & Associados, teve em 2001 um significativo número de solicitação dos processos "Faça a Diferença!", e "Ecotraining".

Os objetivos das organizações clientes ao nos contratar geralmente são:

  • Melhoria do clima motivacional, resgate da confiança, e reforço da auto-estima, geralmente abalados e frutos de "reengenharias" e downsizing conduzidas de forma impessoal e muito inadequada, pela própria empresa ou por consultorias mecanicistas.
  • Maior foco no cliente, transformando intenções em realidades percebidas pelos clientes.
  • Desenvolvimento de habilidades de trabalhar em equipe, minimizando feudos e abordagens predatórias entre pessoas, grupos e unidades de negócio.
  • Resgate de companheirismo entre colegas de trabalho, construindo assim um ambiente mais descontraído e voltado a resultados.
  • Identificação de estilos de atuação, usando o modelo: rei - guerreiro - mago - amante, aumentando a percepção e foco nos clientes externos e internos.
  • Apoio individualizado para a superação de dificuldades profissionais e pessoais, usando o counseling executivo.
  • Reforço dos papéis de liderança, migrando de uma abordagem essencialmente técnica para uma abordagem que integra o técnico, o humano e o empresarial.
  • Revisão das práticas e políticas da área de "RH", voltando-se para a descentralização e para tornar realidade que "cada gerente é também um gerente de pessoas e equipes".

Como se vê, os indicadores de 2001, se aplicarão plenamente em 2002, enfatizando a dimensão humana. As empresas que buscam níveis de excelência já descobriram que o mais poderoso diferencial competitivo está em investir integralmente nas pessoas e equipes de seus negócios.

* Gustavo G. Boog é colunista do Empregos.com.br e consultor da Boog&Associados

 

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