Operador teve que "suar a camisa" até ser promovido a gerente
José Soares é o mais novo gerente júnior do departamento de carrocerias de uma empresa automotiva. Mas se engana quem pensa que foi fácil alcançar o topo. Ele precisou "suar muito a camisa", no sentido literal da palavra.
Soares entrou na empresa como operador. À época tinha 15 anos, e trabalhava oito horas por dia. Ele, junto com mais 20 funcionários, carregava ferramenta de um lado para outro e ajustava parafuso. " Era muito chato", confessa.
Como precisava ajudar na renda familiar, adiou os estudos, mas nunca o sonho de ser engenheiro. Aos 27 anos, a empresa decidiu pagar uma faculdade para ele. "Como sempre demostrei interesse em crescer, desenvolver meu trabalho da melhor maneira possível, e a empresa investiu no meu potencial e acabou pagando minha faculdade."
Assim que começou o curso, seu superior resolveu transferí-lo de setor. "Nesta época, começei a fazer parte do plano de carreira da empresa, já que fui ser trainee. Sei que ainda tenho muito a aprender, mas com responsabilidade e profissionalismo chegarei a gerência geral pois acredito no meu potencial."
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