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Os seus dias parecem iguais? Cuidado!



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Uma breve comparação entre as causas do estresse com a falta de objetividade e por conseqüente a entrada do trabalhador ocupacional nas rotinas de suas atividades diárias.

Por Marcelo Cabral*

Os seus dias parecem iguais? Cuidado!Estresse ou stress pode ser definido como a soma de respostas físicas e mentais de uma incapacidade de distinguir entre o real e as experiências e expectativas pessoais. Pela definição, stress inclui a resposta de componentes físicos e mentais. O termo estresse foi publicado pela primeira vez em 1936 pelo médico Hans Selye na revista científica Nature. Existem dois tipos de stress: crônico e orgânico.

O stress pode ser causado pela ansiedade e pela depressão devido à mudança brusca no estilo de vida e a exposição a um determinado ambiente, que leva a pessoa a sentir um determinado tipo de angústia. Quando os sintomas de estresse persistem por um longo intervalo de tempo, podem ocorrer sentimentos de evasão (ligados à ansiedade e depressão). Os nossos mecanismos de defesa passam a não responder de uma forma eficaz, aumentando assim a possibilidade de vir a ocorrer doenças, especialmente cardiovasculares.

Podendo também relacionamos o estresse com a Síndrome de Burnout seria a conseqüência mais depressiva do estresse desencadeado pelo trabalho. Burnout é geralmente desenvolvida como resultado de um período de esforço excessivo no trabalho com intervalos muito pequenos para recuperação, mas alguns consideram que trabalhadores com determinados traços de personalidade (especialmente de neuroses) são mais suscetíveis a adquirir a síndrome. O termo Burnout é uma composição de burn=queima e out=exterior, sugerindo assim que a pessoa com esse tipo de estresse consome-se física e emocionalmente, passando a apresentar um comportamento agressivo e irritadiço. Essa síndrome se refere a um tipo de estresse ocupacional e institucional com predileção para profissionais que mantêm uma relação constante e direta com outras pessoas, principalmente quando esta atividade é considerada de ajuda.

Hoje, entretanto, as observações já se estendem aos profissionais que interagem de forma ativa com pessoas, que cuidam ou solucionam problemas de outras pessoas, que obedecem a técnicas e métodos mais exigentes, fazendo parte de organizações de trabalho submetidas às avaliações.

Entre os fatores aparentemente associados ao desenvolvimento da Síndrome de Burnout está a pouca autonomia no desempenho profissional, problemas de relacionamento com as chefias, problemas de relacionamento com colegas ou clientes, conflito entre trabalho e família, sentimento de desqualificação e falta de cooperação da equipe.

Sairemos agora do campo da medicina e vamos para o campo da administração, onde podemos fazer uma breve comparação entre as causas do estresse com a falta de objetividade e por conseqüente a entrada do trabalhador ocupacional nas rotinas de suas atividades diárias. Na vida empresarial como na pessoal, podemos utilizar a Teoria Geral de Sistemas que não busca solucionar problemas ou tentar soluções práticas, mas sim produzir teorias e formulações conceituais que possam criar condições de aplicação na realidade empírica - é um movimento que acredita nas experiências como únicas (ou principais) formadoras das idéias. Uma observação do seu trabalho, da empresa onde atua, e dos fatores que podem está levando você à zona de conforto, não vislumbrando uma saída, e ocasionando uma fadiga metal e física por falta de perspectivas futuras.

Na observação dos fatores que desencadeia um ambiente não favorável a desenvolvimento profissional deve ser evitado, e mudado constantemente, pois a rotina esta ligada a atividades corriqueiras que por falta de inovação perceptível ao nosso cérebro, este passa a realizar todas as atividades de forma automática.
Uma das características das organizações na teoria de sistemas é Homeostasia versus adaptabilidade: a homeostasia (auto regulação) garante a rotina e a permanência do sistema, enquanto a adaptabilidade leva a ruptura, à mudança e à inovação. Rotina e ruptura. Estabilidade e mudança. Ambos os processos precisam ser levados a cabo pela organização para garantir a sua viabilidade.

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Sugerimos aqui algumas estratégias utilizadas, segundo pesquisa, para lidar com o estresse são:

  • Realizar atividades de relaxamento;
  • Organizar o tempo e decidir quais são as prioridades;
  • Manter uma dieta balanceada e fazer exercícios;
  • Discutir os problemas com colegas de profissão;
  • Tirar o dia de folga;

Então vamos buscar nossa válvula de escape, “happy hour”, um chopp com os amigos, um cineminha, um “hobby”, algo que faça você se sentir livre e desprendido do trabalho, comece a pensar em algo que sempre desejou fazer e até este momento de sua vida você vem adiando. É hora de colocar as idéias em prática.

Uma dica fundamental é para diminuir o estresse em sua vida profissional, é realizar um planejamento para tudo que você for colocar em prática, mas não se esqueça que o planejamento tem que ter um certo nível de flexibilidade, senão você criará outro motivo para se estressar.

*Marcelo Lima Cabral - Bacharel em Ciências Contábeis e em Administração ambos pela UFPB, instrutor na área de Atendimento e Vendas e Marketing no Varejo, Liderança e Gestão de Pessoas e Rotinas Administrativas, palestrante em motivação, consultor e coach, criador e administrador do Blog do Cabra relacionado a assuntos na área de gestão, e do blog  Administrando Você sobre carreira profissional.
Email: blogdocabra@hotmail.com / consultoria.actio@hotmail.com

 

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