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No programa de terça-feira, 28/06, Roberto Justus passou uma tarefa muito peculiar: a prova consistia em apresentar uma coleção de moda que tivesse viabilidade comercial. Justus foi bastante claro com as duas equipes, ele queria uma coleção de roupas focada no comercial. “Eu não quero um estilista”, frisou Justus.
Para ajudá-lo na escolha foram chamados três dos principais nomes do mundo da moda brasileira, Alexandre Herchcovitch, Marcelo Sommer e Ricardo Almeida. Depois da apresentação dos estilistas e da tarefa proposta, os grupos Mandala e V-8 começaram a empreitada para fazer uma coleção que fosse criativa, possível de se produzir e, o principal, viável comercialmente.
A equipe Mandala foi liderada nesta prova por Melina e a V-8 por Porcel, que traçaram qual seria a estratégia das equipes. A V-8 optou por uma linha mais simples e despojada, com peças que poderiam ser vendidas em qualquer esquina. Já as mulheres foram buscar as tendências no mercado de alto luxo, influenciadas por Stela.
As mulheres da Mandala pareciam muito confiantes, mesmo usando de uma prática um tanto desleal, a espionagem. Carolina e Flávia observaram e repassaram para Melina todo o trabalho da V- 8, a líder riu com desdém, dando a impressão de que as mulheres tinham certeza da vitória. Depois de muito trabalho e dedicação das equipes, as coleções foram para a passarela. Os estilistas não se impressionaram muito. “Nenhuma das equipes foi muito criativa”, disse Alexandre Herchcovitch.
Ricardo Almeida e Marcelo Sommer ressaltaram a diferença nos estilos de cada equipe. Ao final da análise, foi apontada a vitória dos homens, que se preocuparam mais em criar uma coleção vendável, ao contrário das mulheres que se focaram em estilo e criação, indo contra a proposta de Roberto Justus.
Justus elogiou a comemoração dos homens. “Eu adoro ver essa energia”, disse. Como prêmio pela vitória, o grupo V-8 ganhou um dia de passeio em Angra dos Reis para festejar a vitória em um hotel, com direito a passeio de lancha. As mulheres novamente entraram em crise. O grupo foi para a sala de reunião e Roberto Justus mais uma vez apontou os erros que elas cometeram. Após a bronca, Melina convocou Denize e Stela para encarar o empresário.
Mesmo com as lágrimas de Stela (principal responsável em levar o grupo a focar no mercado de luxo, muito embora Justus tenha achado um lixo), com a falta de liderança de Melina (que não observou que o barco estava indo a uma direção completamente errada), Justus ouviu os conselhos de Isabel Arias e Roberto Paschoali, que perceberam que Denize não mostrava agilidade, dinamismo e energia necessários para conseguir uma vaga em uma das empresas do Grupo Newcomm. Assim, a empresária Denize Markman, de 43 anos, foi a segunda demitida do “Aprendiz 2”. Já no taxi, após deixar o hotel, Denize fez uma previsão: “Desta vez quem vai ganhar será um homem”.
A praticidade masculina
Os homens, normalmente mais práticos que as mulheres, pensaram como empresários, e não estilistas, seguindo o briefing à risca.
Já as mulheres, embora tenham perdido, se mostraram bem mais unidas e organizadas. As coisas estão melhorando para elas...
A líder Melina, embora tenha tomado uma decisão errada que as levou à derrota, é muito firme e determinada. Sua defesa na sala de reunião foi curta e objetiva.
Stela não tinha porque se preocupar tanto. Se esforçou bastante, alimentando o grupo com muitas idéias, dicas....enfim, fez a sua parte. Cabia ao grupo acatar ou não suas sugestões.
Eu sei como é estressante encarar Roberto Justus naquela sala, porém foi uma pena que ela não tenha conseguido controlar seu nervosismo e insegurança naquele momento.
Tendo em vista o bom desempenho das meninas, Denize estava realmente um pouco atrás. Seu argumento de não ter sido bem aproveitada não convenceu, quando nos sentimos assim devemos ser pró ativos, e não acomodados.
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