Treinamento - a alma do negócio
por Maria Gabriela Colussi*
O que faz com que haja tanta rotatividade de funcionários nas empresas? Sem dúvida um dos fatores mais recorrentes é a falta de motivação dos profissionais, que sem enxergar prespectivas de crescimento na empresa e infelizes com o trabalho atual, resolvem ir em busca de novas oportunidades.
Pode-se dizer que a principal causadora desse sentimento geralmente são as própria organizações, que ainda pecam muito no que diz respeito a dar oportunidades para o desenvolvimento de seus colaboradores, seja com novos desafios, treinamentos específicos ou mesmo um bom plano de carreira e benefícios.
Um líder precisa estimular a motivação no ambiente de trabalho, dando incentivos profissionais e perspectivas de futuro aos seus colaboradores. Dessa forma, os dois lados são beneficiados, já que o funcionário fica motivado e mantém sua atividade diária produtiva e organizada, e a empresa consegue reter os talentos.
Com uma equipe motivada e valorizada pelo seu trabalho, a empresa trabalha muito mais e melhor. Mas é importante lembrar que cada pessoa tem suas habilidades e competências pessoais, e o ideal é que haja uma consciência da empresa em colocar cada funcionário em funções que estejam relacionadas com seus pontos fortes. Isso deve ser feito desde o momento de seu ingresso na empresa, definindo o verdadeiro trabalho que o profissional irá realizar na organização.
O treinamento é um aspecto diretamente relacionado com isso que foi abordado até aqui. Muitas corporações não aproveitam momentos importantes que seriam dedicados ao treinamento de seus colaboradores, e assim deixam de ganhar muito com futuros talentos que poderiam surgir. A teoria dos 3 T é muito clara : Treina, tenta e troca. Não é nenhuma teoria de estudiosos importantes, mas é a realidade.
Se você pensar bem, a maioria das empresas não se preocupa com o treinamento e muito menos o vê como peça importante para o desenvolvimento e crescimento das áreas. Mas, o que seria da empresa sem os seus colaboradores? Os robôs ainda não pensam e não têm sentimentos para se expressar e conversar com outras pessoas sem serem programados - veja, até os robôs precisam de treinamento!
Estimulando o aprendizado contínuo, as organizações adquirem aliados competentes e interessados, capazes de criar mais, pensar mais, agir mais e, claro, lucrar mais.
*Maria Gabriela Colussi é estudante de Administração de Empresas na Unifai.
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