Concurso
de bolsas da escola de idiomas Wizard beneficia crianças
carentes
por
Camila Micheletti
Quer
estudar inglês e ajudar crianças carentes?
Uma boa oportunidade para fazer as duas coisas ao mesmo
tempo é o concurso de bolsas de estudo da escola
de idiomas Wizard, que vai dar 500 bolsas, sendo 210 totais
e 290 parciais, válidas para um ano letivo de inglês.
Para participar, você precisa ter nível básico
de inglês, pagar R$ 5 referentes às despesas
administrativas e doar uma embalagem de leite em pó,
que será entregue aos irmãos maiores das
crianças atendidas pela Pastoral da Criança.
Haverá também uma prova de conhecimentos
gerais e atualidades, em português, que será
eliminatória.
As
inscrições vão até o dia 25
de novembro, e a prova acontecerá nos dias 26 e
27 de novembro, nos seguintes horários: 9h30, 11h,
13h e 14h30. A Wizard tem hoje 43 unidades em São
Paulo, cada uma terá direito a cinco bolsas. Os
primeiros cinco colocados da prova receberão as
bolsas totais, e do 6º ao 12º colocado, as bolsas
parciais. O resultado será divulgado no dia 30
de novembro, na mesma escola em que você fez a prova.
“Este
é o segundo concurso de bolsas realizado pela Escola,
mas desta vez resolvemos fazer duas ações
sociais em uma. Esperamos arrecadar mais de duas mil latas
de leite, e com isso ajudar as famílias atendidas
pela Pastoral”, afirma Mara Aparecida Codo, uma
das responsáveis pelo concurso e franqueada da
Wizard Santana.
Segundo
ela, os bairros mais procurados são Santana, Perdizes,
Paraíso e Paulista. Mas o movimento está
tranqüilo, ainda dá tempo de se inscrever.
Para saber mais informações, ligue para
a Central de Atendimento, no 0800-556999. Este número
não passa informações, mas através
dele você pode pegar o telefone e endereço
da escola mais próxima de você.
“O
domínio de inglês é imprescindível.
Sem ele você é praticamente um analfabeto
para o mercado de trabalho. Você pode até
conseguir entrar numa empresa e não saber nada
de inglês, mas o processo de subir na empresa e
galgar novas oportunidades se torna muito mais difícil”,
alerta Mara.
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