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Por Gabriel Aguillar Antes considerada um diferencial, atualmente a fluência em Inglês já é um pré-requisito para profissionais dos mais diversos cargos e áreas de atuação. O mundo dos negócios adotou a língua anglo-saxônica para se comunicar, mas outros idiomas também começam a aparecer com força, como o Espanhol, Mandarim (China), Alemão e Francês. E eles, sim, podem fazer a diferença. O domínio de outros idiomas exige que o profissional tome alguns cuidados na hora de escolher uma escola de línguas, para não ver seu investimento de tempo e dinheiro ir por água abaixo. No entanto, não adianta ter muita pressa, pois determinados idiomas exigem um tempo maior de aprendizado. "O mais importante para o aluno é identificar a sua necessidade e buscar uma escola de idiomas que possa auxiliá-lo nesse objetivo. Um curso de idiomas deve ser encarado como um planejamento de vida, contendo prazos, metas, estudo, etc.", afirmou Graça Paiva, coordenadora do Corporate, área de atendimento corporativo do Cel®Lep. Com 500 empresas francesas instaladas no Brasil, o Francês se torna uma opção para os profissionais brasileiros. "O Inglês isoladamente não serve para todas as situações. O importante é você ter o Inglês como língua estrangeira predominante, mas sempre aliar um outro idioma como complemento a isso. O idioma Francês propicia uma formação cultural em conjunto com a facilidade de comunicação em países de língua francesa ou bilíngües, como o Canadá", disse Renato Vieira, diretor comercial e de marketing da Aliança Francesa em São Paulo. Confira abaixo as principais dicas para escolher uma boa escola de línguas:
Inglês para entrevistas "Nossa escola é especializada também em outros exames, e isso exige que os professores dos cursos sejam bem gabaritados. Alguns profissionais da Melbourne possuem Mestrado em Psicologia voltada à Educação, que une o ensino do idioma com o lado psicológico, fundamental em uma entrevista de emprego. No Job Search Skills for Interviews, os professores devem ter uma noção de processo seletivo, colocação profissional, etc. Trabalhei em uma empresa de captação de profissionais bilíngües e atuava junto ao RH da empresa. Nos processos seletivos que realizávamos, percebi que as pessoas sabiam Inglês, mas não possuíam o conhecimento adequado para uma entrevista. Daí surgiu a idéia de lançar o curso", concluiu Cristiane. |